Blade of the Immortal

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Manji é um samurai que após ser amaldiçoado se tornou imortal, agora precisa matar 1000 homens maus para conseguir sua mortalidade de volta.
Outros nomes: Mugen no Junnin
Mídia: anime
Exibição: 2008
Episódios: 13
Estúdio: Production I.G
Demografia: Seinen
Gêneros: Artes Marciais, Ação, Drama

Sinopse: Manji é um samurai contratado para matar um grupo rebelde. Ao perceber que estava matando inocentes, se rebela contra seu contratante e o acaba matando. Bastante ferido, Manji recebe os cuidados de uma monja, que ao lhe dar um chá misterioso lhe concede a imortalidade. Sentindo-se culpado e não podendo morrer, Manji propõe a monja que, se ele matar 1000 criminosos poderia se livrar da imortalidade. É quando ele se torna guarda-costas de Rin, filha de um grande espadachim, que teve seus pais assassinados por um dojo rival e busca vingança.

Comentários:
Talvez uma das maiores decepções que tive entre passar do mangá para a versão animada. E não por ser ruim, mas pela maneira como foi abordado.

Blade of the Immortal é um mangá bastante longo com muita carga psicológica e contexto político permeando a trama, mas tudo isso foi limado da versão para anime. Ficou parecendo apenas um aperitivo que apresenta os personagens e a trama, de forma geral, e depois te manda ler o mangá, caso você queria saber como a história acaba.

A trama é exatamente a mesma do começo do mangá, com Manji se tornando guarda-costas de Rin, e indo atrás dos membros da Itto-Ryu em busca de vingança. Só que tudo é apresentado muito superficialmente, com foco nas batalhas e não na interação entre eles, que se amarra e arrasta por toda a trama.
Encontro entre Anotsu e Rin


É difícil, por exemplo, só pelo anime, ver a grandeza de Otono-Tachibana Makie e seu real envolvimento com Anotsu Kagehisa, ou ver como Rin não é só uma fedelha fraca em busca de uma vingança cega. Outra coisa que deixou a desejar foi o traço, como Samura tem um traço muito característico e desenha tudo a lápis deixando os quadros bem poluídos, a versão animada não conseguiu adaptar esse tipo de arte. Não que seja um traço ruim, mas é muito limpo e simples perto do que é mostrado no mangá.

Talvez a coisa que mais tenha gostado seja a abertura, ela é toda sombria e misteriosa, misturando sexualidade e violência, e consegue captar melhor o espírito do mangá do que o resto da animação. A ending é bem bonita e a música é interessante, mas te dá uma ideia errada de como a história de Manji e Rin podem terminar.

Por que ver? Serve como um aperitivo para que você vá ler o mangá depois.
Por que não ver? Não funciona como uma obra isolada, é muito solta e sem conteúdo e serve mais apenas para se ver as batalhas.
Onde encontrar: Pode ser encontrado online.

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